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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Atividades de Dezembro

 

Festejos de Natal





Os Três Reis Magos
   Numa noite, os três Reis Magos, o Melquior, o Baltasar e o Gaspar, que simbolizam a sabedoria, a generosidade e a humildade, enquanto caminhavam, viram uma estrela que anunciava o nascimento de um rei chamado Jesus. Na altura certa, decidiram procurar o Menino.
   Primeiro, foram a Jerusalém e perguntaram ao Rei Herodes pelo Rei dos Judeus, que acabara de nascer.
   Depois, seguiram para Belém e encontraram-no deitado numa manjedoura. Melquior ofereceu ouro, símbolo da riqueza, Gaspar ofereceu incenso, símbolo da divindade, e Baltasar ofereceu mirra, símbolo da humanidade e do sofrimento futuro.
   Após a visita, foram avisados em sonho para não voltarem a Herodes e regressarem por caminhos escondidos às suas terras no Oriente.
Viviana Sousa, 4.º Ano 






sábado, 18 de fevereiro de 2023

Carnaval Trapalhão

 

Este dia foi espetacular, houve confetis ,canções e muito mais .O dia 17 de Fevereiro de 2023 ficará para sempre recordado na minha memória e, digo já, fui mascarada de índia. Demos uma volta enorme, também parámos no lar e na junta de freguesia, e cantámos duas canções. Uma delas os Palhaços e "Ei, meu amigo Charlie Brown". Fizemos uma grande caminhada. Até acho que o professor ficou com dores de costas de carregar a coluna de som. Participaram as crianças do 1º ciclo e as do Jardim de Infância de S. Simão de Litém. Íris Silva, 4.º Ano


sábado, 10 de dezembro de 2022

Convite de Natal

 

Pombal Tem Mais Anjos no Natal

Fotografia de Natal

Festa de Natal

Natal das Escolas

Dia de Reis

Visita ao Externato Liceal

Simão: Sinto-me triste, sinto-me deprimido... E porquê, perguntam vós? Porque não gosto de frio nem de gelo nem sequer de caleiras a pingar. 

Liane: Concordo. A água que pinga das caleiras é gelada e não gosto de coisas geladas. Quando olho para o calendário e vejo a palavra "dezembro" escrita na folha, desato a chorar.

Íris: Pois é... Foi num dia de dezembro que o avião em que viajava o meu primo fez uma aterragem forçada e ele torceu um tornozelo. Uma tragédia! Quando penso no mês de dezembro, vem-me sempre à ideia o meu primo no centro de saúde, com aquele pé inchado, ali, a latejar de dor. Ei, batem à porta. Vou atender...

Rodrigo: Saudações, criançada! Chamo-me Nicolau e quero oferecer-vos bilhetes de avião para visitarem a minha terra, a Lapónia. Lá, tudo merece atenção. Temos lá quintas com renas, pistas de gelo e luzes coloridas nos céus que maravilham miúdos e graúdos. Vão adorar lá ir.

Madalena: Mas... por que razão alguém iria querer dar alguma coisa a crianças da nossa idade? Ainda nem sequer fizemos seis anos... Ninguém dá nada a ninguém a não ser que lhe deem algo em troca e nós não temos nada que interesse... 

Rodrigo: Ofereço o que posso e ofereço porque quero. Só peço em troca um sorriso vosso, nada mais. 

Yara: Mas que simpatia... Um sorriso não custa a dar. Se eu tivesse duas bocas, daria agora mesmo dois sorrisos. E onde fica essa tal de Lapónia? Gostaria muito de saber onde isso fica...

Rodrigo: No norte da Europa, já bem perto do Pólo Norte. Não tem nada que enganar, é sempre a subir... Subimos, subimos e, quando chegarmos a um sítio onde não haja mais verdura rasteira, estamos lá.

Alexandre: Espera lá! Mas o Pólo Norte é frio, não é? Ainda agora estávamos a comentar que não queremos nada com o frio. E onde há frio há geada e neve. Uma paisagem coberta de geada perde a cor. Fica tudo branco! E o que dizer da neve? Para além de gelada, molha os pés! E quando tenho os pés molhados, as peúgas ficam a cheirar mal!

Rodrigo: Se aceitarem o convite, prometo-vos o aconchego de minha casa e da fábrica de brinquedos. Ambos os espaços têm aquecimento central e vocês podem beber um chocolate quente sempre que vos arrefeçam as mãos.

Íris: Malta, pensem um pouco! Estamos a ser ingratos! O convite é tão simpático e nós estamos a ser ingratos. Para quê tantas queixas? O inverno não é assim tão desagradável como o pintam! É ele que abre a porta à primavera, é nele que as pessoas se tornam mais solidárias umas com as outras. Na minha rua, por exemplo, houve a semana passada um jantar especial organizado para os sem-abrigo do meu bairro. 

Maria: Ela tem razão. Detesto dar-lhe razão, mas o que é certo é que ela está a dizer coisas muito acertadas! É na estação mais triste que o nosso coração se abre aos outros. É no inverno que nos sentimos mais solidários e mais preocupados com o bem estar dos outros. Lá fora, pode fazer frio, mas o nosso coração torna-se mais atento e mais quente.

Jools: Mais quente? Mas então o coração não tem sempre a mesma temperatura?   

Daniel: Enquanto estamos vivos, sim, está sempre à mesma temperatura, mais coisa menos coisa. Ou seja, está sempre quente!? Não estou a perceber onde ela quer chegar!

Constança: Oh, tolinhos! Eu explico! Quando dizemos que o coração está quente queremos dizer que nós somos mais amáveis e bondosos com os outros! Quando somos egoístas e indiferentes para com os outros costumamos dizer que essa pessoa tem um coração de pedra ou um coração gelado. Pai Natal, temos negócio fechado. Quando partimos, por maior que o frio seja, seremos aquecidos pelos nossos gestos de caridade e de amizade.

Rodrigo: Partimos, assim que acabe a greve dos pilotos. Façam as malas e encontramo-nos na entrada do aeroporto. Não se esqueçam de tomar um comprimido para os enjoos e tragam uma pastilha para mastigar quando estivermos lá no alto. É uma boa maneira de não ficarmos aflitos dos ouvidos! 

Alice: Oh, estou tão alegre que nem me aguento nas pernas! Sejamos amigos, sejamos solidários, cantemos lindas canções em nome da Humanidade, bebamos um chocolate quente, dancemos na rua debaixo de neve, viajemos em trenós à luz das estrelas e colemos a língua ao gelo dos muros. Feliz Natal!





sábado, 22 de janeiro de 2022

Natal em São Simão de Litém

O Natal é uma época de paz e de concórdia: é algo que a minha mãe me ensinou logo desde pequeno. É a altura em que todas os vizinhos desavindos fazem tréguas, baixam as armas e confraternizam juntos à lareira. É enternecedor ver a emoção com que se abraçam, riem e partilham o que têm. Neste programa iremos ouvir testemunhos de celebridades que se reveem nesta visão galvanizadora do Natal. São personalidades que conhecem da televisão, da tradição, do cinema e dos círculos sociais mais destacados. Ouçamo-los com atenção, pois se estes não são os nossos heróis e modelos de conduta, então quem o é?

Rumpelstilskin: Boas vésperas de bodo, pessoal. Ai, isto vai ser enfardar até fartar. Devorar até arrotar. Encher até verter! Ninguém me verá de prato vazio ou de garganta seca. Isso não, amanhã, não! Os festejantes agrupar-se-ão em filas para arrecadar comida nos pratos, dançarão na sala ao som da vitrola e tentarão em vão na cozinha pronunciar o meu nome. Eu sou Rumpelstilskin, o único português que não tem cartão de cidadão ou número de segurança social. Amo o meu semelhante sem olhar à raça, credo ou género. Amo-o ainda mais se me for servido no prato, regado a vinho tinto e salpicado com orégãos.

Scrooge: Cá para nós que ninguém nos ouve, admito que o Natal é uma festa especial, atrevo-me até a dizer que é fenomenal, muito melhor do que o Carnaval. Dantes, não lhe ligava nenhuma. Chegava mesmo a  espumar de raiva sempre que uma criança me cantava à porta um tema de Natal. Agora, não quero outra coisa. É Natal para cá, Natal para lá, Natal colorido, Natal a preto e branco, Natal com azevinho, Natal sem toucinho...

Duende Verde: Olha o Natal, para mim! Assenta em mim como uma luva. Quem me vê na rua, acena e exclama “Feliz, Duend... Perdão, feliz Natal!”, quando uma velhinha talha o peru comenta logo de seguida “Quem dera que estivesse aqui o duendinho cor de alface para provar deste quinhão! Ele, sim, ele é que sabe o que é bom!”. Nasci no dia de Natal e serei enterrado em dia de Natal. Apenas no Natal me revejo, e nada mais desejo!

Fada Sininho: Já gostei mais do Natal do que gosto agora! Antigamente, nesta época, havia meia dúzia de fadas nas ruas, agora são aos magotes e mal se consegue voar em hora de ponta! Querem ver-me nessa noite, procurem-me em casa, pois esta amiga não a veem em confusões. Isso é que não! No meu tempo, os pozinhos de pirlimpimpim eram um exclusivo das fadas bem nascidas. Agora qualquer galdéria pode polvilhar-se e exibir-se nos ares como se fosse a rainha do pedaço.

Pedro Coelho: Aprecio o Natal, não digo que não, mas prefiro a Páscoa. Na Páscoa, deliro com o jogo da caça ao ovo, comovo-me sempre que vejo vídeos de coelhinhos fofinhos a rolarem ovos nos jardins floridos... Penso que já vi todos os vídeos do género. Se me escapou algum, peço desculpa. De filmes com renas não gosto tanto. Faz-me impressão ver os pobres bichinho a equilibrarem aquelas armações pesadíssimas em cima das cabecinhas tenrinhas.

Bruxa Má: É no Natal que reúno as minhas comadres e jogamos todas uma suecada pela noite dentro. Quando éramos mais tolas, fumávamos charutos uns atrás dos outros até à última cartada e tínhamos que pôr a arejar a sala para evacuar o fumo acumulado mas agora nenhuma de nós que saber de tabaco. Apercebêmo-nos que o tabaco alcatroava os pulmões e tomámos a decisão de não voltar a consumi-lo. Há cento e vinte anos que esta senhora que aqui vê não põe um cigarro na boca!

Arsénio Lobo: O Natal favorece a minha bolsa. É no dia da consoada que eu roubo mais fios, tiaras, pulseiras e anéis. Isto porque toda a gente se apruma e enfeita com joias raras e preciosas. Enquanto os festejantes fazem aquilo que melhor sabem fazer, festejar, eu palmo joias a granel. O que faço não é propriamente roubar. Chamar-lhe-ia... aliviar as pobres criaturas de pesos desnecessários. E se formos a ver bem, não há pessoa que mereça mais amealhar esses modestos tesouros do que eu. Deus enganou-se na distribuição dos seus bens e compete-me a mim reparar o erro. O que me é devido, vem parar-me ao bolso, e pronto.

Carlinhos: A um mês de se celebrar o Natal, toda a gente apinha-se nas lojas para comprar os chocolates da minha fábrica. Ganho balúrdios com a gulodice dos meus clientes, mas não guardo o dinheiro debaixo do colchão. Nem o invisto em negócios para os quais só eu veja proveito. Não, não! O que faço com o dinheiro é digno de qualquer bom cristão: financio instituições médicas que combatem as diabetes. Digam-me lá se não sou boa pessoa!

Boneco de Neve: O Natal, para mim, será o início de uma vida nova. A partir do dia vinte e quatro, no último mês do corrente ano, farei dieta e irei perder vinte litros de água em três meses. Acabaram-se os ovos moles, os batidos e os molhos de cebolada. Irei expor ao sol as partes mais cheinhas do meu corpo de modo a derreter gorduras. Farei ginástica acrobática e natação olímpica. Farei tudo o que tiver ao meu alcance para conseguir o corpo perfeito. O Natal será o momento em que a minha vida muda e nasce um novo boneco de neve.

Januário: Para trás de mim fica o Natal e para a frente estende-se o mês de Janeiro Lá ao fundo, vislumbro o Carnaval e depois a Páscoa. Mais além... não vejo mais nada. Sabe-se lá o que haverá a umas centenas de léguas daqui? E se não conseguimos ver nada para além do horizonte, então ponhamos a nossa atenção no que está mais próximo e que é o Natal. Celebremos aquela que é a festa mais autêntica que existe no calendário com serenidade, paz e amizade. Adieu!       


 
 

sábado, 17 de abril de 2021

Dia do Pai

 

S. Simão de Litém, Turma A

quinta-feira, 25 de março de 2021

Bicharada Pascal

 

Duarte Agostinho, 4.º Ano

Mafalda Alves, 4.º Ano

Micaela Gaspar, 3.º Ano